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Para unir as capacidades de duas ou mais empresas, é preciso ter um ponto de partida: a colaboração. Seja qual for a duração e os objetivos do relacionamento empresarial, manter uma parceria saudável atualmente é visto como um ativo corporativo. E a colaboração é a chave para conquistar uma associação de sucesso e evitar riscos indesejáveis.

Essa é a síntese do artigo de Marcelo Pereira, diretor de gestão de fornecedores do Mercado Eletrônico. Em seu texto, o executivo explica a importância da colaboração entre as duas pontas do negócio e o porquê dessa tendência ter vingado entre as maiores organizações do mundo. “A maioria das empresas resistiu ao período de recessão em virtude de políticas de redução de riscos e de incertezas do ambiente, algo que só pode ser conquistado com um bom relacionamento entre comprador e fornecedor”, explicou ao blog do ME.

Na economia global de hoje, ter uma boa capacidade para criar e sustentar alianças é, ainda, sinônimo de vantagem competitiva. Com a mudança de modelos tradicionais, menos propensos a funcionar no universo corporativo contemporâneo, esse novo estímulo está fazendo com que as alianças entre compradores e fornecedores sejam pensadas de um jeito diferente. E priorizadas por quem costuma ditar os rumos dos negócios.

A valorização da colaboração entre compradores e fornecedores é um movimento que ainda é pouco priorizado no Brasil. No entanto, futuramente, conforme alertou Pereira, as empresas passarão a enxergar a relevância desse tema. Saiba mais sobre o assunto com a leitura, na íntegra, do artigo de Marcelo Pereira para o IDG Now ou no blog do Mercado Eletrônico.