Trabalho de Daniel Jorge é reconhecido por colegas pelo app Blue Card

Apesar de trabalhar na área de Tecnologia da Informação (TI), o reconhecimento do analista funcional Daniel Simões Jorge Jr. vem de áreas tão diversas quanto Recursos Humanos, Comercial, Gestão Cadastral, Desenvolvimento e Qualidade.

Basta uma checada no Gente & Gestão, aplicativo do Mercado Eletrônico que reúne informações gerais dos colaboradores, para constatar: são 12 Blue Cards e 4 reconhecimentos postados por seus colegas. Para quem não conhece, o Blue Card é um app da empresa criado para reconhecer o trabalho e apoio dos colegas. Qualquer profissional pode acessar a plataforma e oferecer um Blue Card a um colega de trabalho que realizou algo digno de destaque.

“Ao longo de 2017 o Daniel ajudou muito a área de Gestão de Fornecedores, seja com dicas e conselhos para projetos que estou atuando”, publicou Jefferson Pamplona, da área de Gestão de Fornecedores, em seu Blue Card para o colaborador. “Mesmo quando está atolado de atividades, ele consegue disponibilizar seu tempo para nos ajudar e auxiliar em diversas questões no dia a dia”.

Elogios como “sempre disposto a ajudar”, “muito prestativo” e “comprometido” se repetem em seus outros Blue Cards. Para Daniel, colaborador do ME desde 2015, receber o agradecimento dos colegas é uma surpresa positiva. “Para mim isso é uma novidade. E fico muito feliz, pois nunca trabalhei em um lugar com esse tipo de ação, que é ótima para todos”, resumiu o torcedor do Corinthians.

Sua ajuda nas questões cotidianas da empresa é tanta que o próprio aplicativo Gente & Gestão leva o toque do analista. “Tínhamos uma demanda do RH para substituir as avaliações de colaboradores feitas por Excel. Desenhamos a ideia que foi crescendo e se tornando um modelo de gestão muito bom. Incluímos campos para novas informações relevantes como currículo, prêmios, voluntariado, contatos de emergência”, explicou ele, que trabalhou incessantemente para entregar o melhor produto.

Determinação de sobra

Contribuir com os colegas é parte de sua filosofia de vida, algo que aprendeu com o vôlei, esporte que pratica desde os 9 anos de idade. “O vôlei ajuda muito, porque você passa a conviver com pessoas e situações diferentes. Ele te ensina a ter disciplina, obediência, pontualidade, a receber um ‘não’”, disse. “Você perde, ganha, briga, discute, mas acaba o jogo e tudo volta ao normal”.

Sem falsa modéstia, ele contou que não existe razão para não ajudar alguém, seja dentro ou fora das quadras. “A minha ideia é ajudar a todos, sem distinção”. Hoje, com a mesma determinação que realiza seus levantamentos e bloqueios, Daniel trabalha para entender exatamente o que os clientes desejam. “O desafio é traduzir o que o cliente quer para as equipes de TI e de desenvolvimento”.

Anos 1980, uma inspiração

O interesse de Daniel por Tecnologia da Informação começou cedo. Aos 12 anos, ganhou do pai um TK 85, computador fabricado no Brasil nos anos 1980. A preciosidade era produzida nas versões de 16 kB e 48 kB de memória RAM, o que seria equivalente a um pequeno texto no Word.

Conhecido como o Fusca dos computadores pessoais dessa década – algo como um Tesla nos dias de hoje –, o aparelho surpreendeu uma geração que só ouvia falar de computadores do tamanho de salas de estar. “Era uma espécie de teclado que usava a TV como tela e fitas cassete para gravar e recuperar programas”, recordou. “Era demais”.

No trabalho, a diversão atual de Daniel é o App Builder, plataforma do Mercado Eletrônico que dá vida a aplicativos que atendem necessidades específicas dos clientes – a mesma responsável pelo app Gente & Gestão. “Essa ferramenta é muito interessante porque com ela construímos aplicativos rapidamente para que o cliente saia usando imediatamente”.

Se para ele a tecnologia ajuda a construir um futuro melhor, Daniel também faz questão de manter um pé no passado. Eclético, seu repertório musical conta com artistas tão diversos quanto Ovelha, Ultraje a Rigor, Barros de Alencar e Odair José. “Apesar dos anos 1980 serem uma inspiração para mim, agora não ouço mais nada nas fitas cassete. É tudo em MP3”, brincou.